
SEGUNDO TURNO
Pesquisa do BTG Pactual/Instituto FSB mostra Lula com 54% e Bolsonaro 35%
Por Marcelo Cabral - Em 21/03/2022 às 2:52 PM
A pesquisa de opinião de voto para o cargo de presidente da República nas Eleições 2022, encomendada pelo BTG Pactual ao Instituto FSB Pesquisa, realizada de 18 a 20 deste mês e com registro no TSE sob o número: BR-09630/2022, revela que no cenário estimulado, com os entrevistadores do Instituto FSB citando os nomes dos candidatos para o segundo turno das eleições, 54% dos entrevistados disseram que votariam em Luiz Inácio Lula da Silva e 35% em Jair Bolsonaro. Nenhum, brancos ou nulos atingiram 9% e não souberam ou não responderam (2%).
Em relação ao voto espontâneo (sem a apresentação do nome dos candidatos pelos entrevistadores) o ex-presidente Lula venceria o primeiro turno com 38%, seguido por Jair Bolsonaro (27%), Ciro Gomes (4%) e Sérgio Moro (3%). Nenhum, brancos ou nulos chegam a 11% e não souberam ou não responderam a 15%.

Lula e Bolsonaro registraram os maiores percentuais de intenção de voto Foto: Divulgação
Já no cenário estimulado, Lula teria 43% dos votos, Bolsonaro (29%), Ciro Gomes (9%), Sérgio Moro (8%), João Dória e André Janones (2%). Nenhum, brancos ou nulos chegaram a 4% e não souberam ou não responderam (1%).
A pesquisa, realizada por telefone com duas mil pessoas em todo o Brasil, perguntou também se os eleitores estavam certos de sua decisão de voto para as eleições de outubro próximo e 71% afirmaram que sim e não iriam mais mudar, enquanto 28% disseram que sim, mas que ainda poderiam mudar. Não souberam ou não responderam (2%).
Já numa análise entre potencial de voto e rejeição, 48% responderam que votariam em Lula, mas não em Bolsonaro. Enquanto 30% disseram que votariam em Bolsonaro, mas não em Lula. Outros 11% afirmaram que não votariam nem em Bolsonaro, nem em Lula. Já 9% não rejeitam nem Lula, nem Bolsonaro. E 2% não souberam ou não opinaram.
Sobre os atributos mais importantes para a definição de seus votos, 29% afirmaram que o programa de governo do candidato é importante; 27% disseram ser a experiência prévia do candidato como gestor público; 23% lembraram do histórico do candidato na Justiça e 8% as alianças e apoios políticos dos candidatos.
Indagados sobre quem seria o maior culpado pela alta no preço dos combustíveis, 29% apontaram o governo; 22% a política de preços da Petrobras; 21% os governadores, por causa dos impostos estaduais; 18% o aumento do preço do petróleo provocado pela guerra na Ucrânia; e 5% todos os anteriores. Não souberam ou não opinaram (4%) e nenhum (1%).
A metodologia da pesquisa foi por telefone (via CATI), entre as 17 horas do dia 18 e as 15 horas do dia 20 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o intervalo de confiança de 95%. Para definir a amostra o Instituto FSB Pesquisa observou: sexo, idade, escolaridade, tipo de telefonia e DDD.
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