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Simone Tebet lidera aprovação dos ministros do governo Lula
Por Redação - Em 05/03/2025 às 5:00 PM

Com 62% de aprovação, Tebet se destaca como a mais bem avaliada pelos brasileiros, superando outros membros do governo FOTO: Agência Brasil
A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), alcançou a liderança no ranking de aprovação entre os ministros do governo Lula, segundo uma pesquisa realizada pela AtlasIntel. Com 62% de aprovação, Tebet se destaca como a mais bem avaliada pelos brasileiros, superando outros membros do governo e consolidando sua posição de destaque no cenário político atual.
Em seguida, aparecem o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, ambos com 54% de aprovação. Já o ministro da Assistência Social, Wellington Dias, registrou 51%, enquanto o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, obteve uma avaliação positiva de 47%.
Por outro lado, o levantamento revelou uma alta taxa de rejeição para o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), que lidera a desaprovação com 70%. Em seguida, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, também apresenta um índice expressivo de reprovação, com 59%. Outros ministros, como Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Lupi (Previdência Social) e André Fufuca (Esportes), possuem uma desaprovação de 55%.
A pesquisa, que ouviu 2.595 pessoas entre os dias 24 e 27 de fevereiro, apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. A avaliação dos ministros, em sua maioria, reflete a percepção do público sobre a gestão do governo e suas principais figuras.
Além da avaliação de ministros, o estudo também investigou a opinião dos brasileiros sobre a necessidade de uma reforma ministerial no governo Lula. A maioria, 58%, considera que mudanças na equipe são necessárias, enquanto 30% acreditam que a atual composição deve ser mantida. Outros 12% não souberam opinar.
Sobre os possíveis impactos de uma reforma ministerial, 51% dos entrevistados acreditam que as trocas podem melhorar o governo, enquanto 29% não veem diferença significativa. Já 20% não souberam responder. Entre os itens prioritários para uma reforma, a melhoria na articulação política foi a mais citada, com 34% dos participantes mencionando essa necessidade. A busca por maior eficiência na gestão pública ficou em segundo lugar, com 28%, seguida pela substituição de ministros com altos índices de rejeição, que foi indicada por 22%.
Essa pesquisa vem em um momento crucial para o governo Lula, que iniciou sua reforma ministerial na última semana, com a saída de Nísia Trindade do Ministério da Saúde e a nomeação de Alexandre Padilha para o cargo. Padilha, por sua vez, abriu espaço para Gleisi Hoffmann assumir a Secretaria de Relações Institucionais. As trocas ministeriais refletem o movimento do governo em buscar maior alinhamento e eficiência na gestão pública, além de responder às demandas da população por uma equipe mais coesa e eficiente.
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