MERCADO DE TRABALHO

Taxa de desemprego no Ceará cai para 6,5% e já é a menor da Região Nordeste

Por Marcelo Cabral - Em 14/02/2025 às 7:18 PM

O mercado de trabalho cearense segue em trajetória positiva, com a terceira queda consecutiva na taxa de desemprego. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice caiu de 7,5% no segundo trimestre de 2024 para 6,7% no terceiro, chegando a 6,5% no 4TRI24. Entre os estados nordestinos, o Ceará apresentou uma menor taxa de desocupação, seguida pelo Maranhão (6,9%), Piauí (7,5%) e Alagoas (8,1%).

Ceará tem atraído diversas indústrias por meio de incentivos fiscais

Para o governador Elmano de Freitas, os dados demonstram a capacidade do Estado de gerar oportunidades e fomentar o desenvolvimento econômico. “Isso comprova que o Ceará é uma terra de oportunidades, com cada vez mais trabalho para o nosso povo. Os números da PNAD apontam um aumento de 20 mil pessoas ocupadas no quarto trimestre de 2024, em comparação ao mesmo período do ano anterior. São cearenses que passaram a ter trabalho e renda para seu sustento e o de suas famílias. Seguiremos firmes na missão de atrair, com uma política de incentivos consistente, mais empresas e ampliar as já instaladas em nosso Estado”, destaca.

Cenário positivo

O número total de pessoas ocupadas no Ceará subiu de 3,674 milhões no quarto trimestre de 2023 para 3,694 milhões no mesmo período do ano passado. De acordo com o secretário do Trabalho, Vladyson Viana, essa evolução representa um cenário promissor para o Estado. “Percebemos a combinação entre a queda do desemprego, o aumento do número de ocupados e a redução do desalento, formando um panorama que demonstra a ampliação do emprego no Ceará. Reflexo do trabalho do governador Elmano de Freitas para a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento da economia cearense”, afirma.

A Região Metropolitana de Fortaleza também acompanhou essa tendência de crescimento, registrando uma taxa de desemprego de 6,4% no 4TRI24, a menor da série histórica desde 2014. O índice demonstra uma redução expressiva em comparação com os 9,4% registrados no quarto trimestre de 2023 e os 7,4% do terceiro trimestre do ano passado.

Outro fator relevante é a queda na taxa de informalidade no Estado. Entre os 3,694 milhões de trabalhadores ocupados, 53,3% estavam em atividades informais, o que representa 1,969 milhão de pessoas. O percentual é inferior ao registrado no terceiro trimestre de 2023 (53,94%), sinalizando uma melhoria na formalização do mercado de trabalho.

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